olá a todas e todos.
sejam muito bem-vindas e bem-vindos ao Almanaque Pessoal.
após a reflexão quaresmal. veio uma tempestade de ideias e pensamentos que me levou a um ponto de bloqueio criativo. pois eram tantas ideias e pensamentos que eu não sabia para onde me virar de tanta coisa que me passava na ideia.
considero que existem duas formas de bloqueio criativo: por escassez e/ou por abundância.
já tive nas duas situações.
quem me conhece sabe que eu sempre tive ideias e soluções. sempre fui uma pessoa criativa. sabendo eu lá o que é isso de ser uma pessoa criativa. mas como eu já referi já tive nos dois polos de bloqueios criativos.
o meu primeiro bloqueio criativo foi na faculdade e foi um deserto. isto no ano de 2012 ou 2013. já em 2026 veio uma tempestade. entre o primeiro e o ultimo bloqueio criativo existiram alguns desertos. a primeira tempestade e última até ao momento. foi mesmo esta de 2026.
quando o bloqueio criativo é por escassez. é um caminho no deserto em que o fim do deserto parece não chegar. custa chegar o fim do bendito do bloqueio.
por outro lado. quando o bloqueio criativo é por abundância. é uma tempestade de tanta informação que não se sabe por onde virar. onde no fundo não se quer o fim da tempestade.
como podem perceber são dois polos diferentes. que exigem atitudes diferentes. mas há. no entanto. alguns passos comuns de como resolver a situação: parar. respirar fundo. aceitar o momento e seguir em frente. além disso no deserto não devemos para a produção artística. muito pelo contrario. devemos de continuar a nossa luta. já na tempestade parar a produção artística pode resultar para avaliar e ajustar a rota. apenas isso.
não devemos ter medo de ter um bloqueio criativo. claro que a escolher será sempre melhor ter uma tempestade do que um deserto. mas tanto um como outro não são bichos papões.
assustam?
claro que sim. mas quando acontecer é aceitar e respeitar o momento.
não vale a pena desistir nem desesperar. o sol quando nasce é para todos. mesmo que o tempo esteja nublado. o sol está lá. nós é que não o vemos.
